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Após prisão de Bolsonaro, Trump intensifica medidas e mira esposa de Moraes com possíveis sanções.

  • Igor
  • 7 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de colocar Jair Bolsonaro em prisão domiciliar, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou movimentações para impor sanções à esposa do magistrado, a advogada Viviane Barci de Moraes.

Nesta terça-feira (5/8), a Casa Branca passou a discutir um pacote de medidas em resposta direta à detenção de Bolsonaro. Entre as opções analisadas estão: o aumento de tarifas contra o Brasil, a aplicação da Lei Magnitsky a outros ministros do STF e a suspensão de vistos de juízes auxiliares, membros da Polícia Federal, integrantes da Procuradoria-Geral da República e políticos com atuação junto ao Supremo.




No momento, a sanção a Viviane Barci de Moraes é considerada a medida mais concreta. Para o governo norte-americano, punir a advogada seria uma extensão das sanções já aplicadas a Alexandre de Moraes, que foi incluído na lista da Lei Magnitsky — legislação que permite aos EUA punirem estrangeiros envolvidos em violações de direitos humanos ou corrupção.

A expectativa em Washington é de que a sanção tenha impacto direto nas atividades do escritório de advocacia Barci de Moraes, que poderá ser impedido de firmar contratos com cidadãos norte-americanos, além de empresas com negócios nos EUA.

Durante as discussões, também foi levantada a possibilidade de ampliação do tarifaço contra o Brasil. No entanto, essa alternativa enfrenta resistência por parte do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do jornalista Paulo Figueiredo, que têm atuado para evitar novas penalidades econômicas e ampliar ainda mais o alcance da Lei Magnitsky contra ministros do STF.

Até agora, a esposa de Moraes não havia sido alvo de sanções diretas. Caso a medida avance, será a primeira retaliação da Casa Branca a um familiar do ministro.

 
 
 

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